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Tartaruga

Only sky knows the reasons that lay behind the clouds...
음악가: 

aneis de neptuno

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7월 11일

do leme da vida e de coisa nenhuma...

Não percebo... transcende-me... faz-me espécie! habituada desde cedo... desde sempre... a lutar para tomar o comando dos caminhos traçados... não percebo.... faz-me espécie!!!
como é que com facilidade e talvez uma certa leveza de espírito... dedistimos do leme dos nossos pensamentos e acções... dos nossos RACIOCÍNIOS???? como???
não percebo!!!!
com que facilidade se procura quem resolva as coisas por nós... quem nos poupe um ou dois dedos de trabalho mental... e não me venham com tretas... não tem nada a ver com religião!!!!!!! não percebo!!!!
mas enfim... eu não percebo e não gosto... nunca gostei... gosto de ser capaz de traçar conjecturas de tentar perceber para além das nuvens... de chegar a um beco sem saída e tentar outro caminho... ir por outro lado... gosto de sentir que estou ao comando do meu barco... gosto de acertar... gosto de tentar corrigir os meus erros... gosto de usar "akela voz" que Deus nos deu... "AKELE" DOM COMUM... do qual todos nós usufruímos... akela inspiração interior que nos faz ver para além do que a realidade nos mostra... que nos faz tomar decisões... a maior parte das vezes acertadas... ou não!!! gosto de sentir essa voz dentro de mim... sentir esse dom... sentir-me especial... semque ninguém tenha que me mostrar que ele existe e está lá... porque eu sei... e eu sinto... e não compreendo... como é que há quem desperdice esse sentir!!!!!!!!
enfim... mas isto sou só eu +ara aki a falar que não percebo nada disto nem... de coisa nenhuma!!!!
 
sorriso :)
1월 10일

Pablo Neruda

Biografia

Neftalí Ricardo Reyes, dito Pablo Neruda. Poeta chileno (Parral 1904 - Santiago 1973).

Cônsul do Chile na Espanha e no México, eleito senador em 1945, foi embaixador na França (1970). Suas poesias da primeira fase são inspiradas por uma angústia altamente romântica. Passou por uma fase surrealista. Tornou-se marxista e revolucionário, sendo, primeiramente, a voz angustiada da República Espanhola e, depois, das revoluções latino-americanas.

Obras principais: A canção da festa (1921), Crepusculário (1923), Vinte poemas de amor e uma canção desesperada (1924), Tentativa do homem infinito (1925), Residência na terra [vol. I, 1931; vol.II, 1935; vol.III,1939, que inclui Espanha no coração (1936-1937)], Ode a Stalingrado (1942), Terceira residência (1947), Canto geral (1950), Odes elementares (1954), Navegações e retornos (1959), Canção de gesta (1960), ensaios (Memorial da ilha negra, 1964) e a peça teatral Esplendor e morte de Joaquín Murieta (1967).
Em 1974, foi publlicado o volume autobiografico Confesso que vivi. (Prêmio Nobel de Literatura, 1971).

 

 

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Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza.

Pablo Neruda

 

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Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Pablo Neruda

Dois...

Dois...
Apenas dois.
Dois seres...
Dois objetos patéticos.
Cursos paralelos
Frente a frente...
...Sempre...
...A se olharem...
Pensar talvez:
“Paralelos que se encontram no infinito...”
No entanto sós por enquanto.
Eternamente dois apenas.

Pablo Neruda

Antes de amar-te, amor

Antes de amar-te, amor, nada era meu
Vacilei pelas ruas e as coisas:
Nada contava nem tinha nome:
O mundo era do ar que esperava.
E conheci salões cinzentos,
Túneis habitados pela lua,
Hangares cruéis que se despediam,
Perguntas que insistiam na areia.
Tudo estava vazio, morto e mudo,
Caído, abandonado e decaído,
Tudo era inalienavelmente alheio,
Tudo era dos outros e de ninguém,
Até que tua beleza e tua pobreza
De dádivas encheram o outono.

 

Pablo Neruda

 

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POSSO SCRIVERE I VERSI PIU' TRISTI STANOTTE (LEI NON E' CON ME)
 
Posso scrivere i versi più tristi questa notte.


Scrivere, ad esempio : La notte è stellata,
e tremolano, azzurri, gli astri in lontananza.


Il vento della notte gira nel cielo e canta.


Posso scrivere i versi più tristi questa notte.
Io l'amai , e a volte anche lei mi amò .


Nelle notti come questa la tenni tra le mie braccia.
La baciai tante volte sotto il cielo infinito.


Lei mi amò, a volte anch'io l'amavo.
Come non amare i suoi grandi occhi fissi.


Posso scrivere i versi più tristi questa notte.
Pensare che non l'ho. Sentire che l'ho perduta.


Udire la notte immensa, più immensa senza lei.
E il verso cade sull'anima come sull'erba in rugiada.


Che importa che il mio amore non potesse conservarla.
La notte è stellata e lei non è con me.


E' tutto. In lontananza qualcuno canta. In lontananza.
La mia anima non si rassegna ad averla perduta.


Come per avvicinarla il mio sguardo la cerca. Il mio cuore la cerca, e lei non è con me.


La stessa notte che fa biancheggiare gli stessi alberi.
Noi quelli di allora, più non siamo gli stessi.


Più non l'amo, è certo, ma quanto l'amai.
La mia voce cercava il vento per toccare il suo udito.


D'altro. Sarà d'altro. Come prima dei suoi baci.
La sua voce, il suo corpo chiaro . I suoi occhi infiniti.


Più non l'amo, è certo, ma forse l'amo .
E' così breve l'amore, ed è sì lungo l'oblio.


Perché in notti come questa la tenni tra le mie braccia,
la mia anima non si rassegna ad averla perduta.


Benché questo sia l'ultimo dolore che lei mi causa
e questi siano gli ultimi versi che io le scrivo.
 
Pablo Neruda (em italiano)

Me gustas cuando callas

Me gustas cuando callas porque estás como ausente,

y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.

Parece que los ojos se te hubieran volado

y parece que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma

emerges de las cosas, llena del alma mía.

Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,

y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas y estás como distante.

Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.

Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza:

déjame que me calle con el silencio tuyo.

Déjame que te hable también con tu silencio

claro como una lámpara, simple como un anillo.

Eres como la noche, callada y constelada.

Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente.

Distante y dolorosa como si hubieras muerto.

Una palabra entonces, una sonrisa bastan.

Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.
 
 
 
Pablo Neruda
 
 
 
 
12월 23일

É Natal

 
 
 
QUE A ESTRELINHA DA SORTE ILUMINE A VOSSA VIDA!
UM NATAL MUITO FELIZ E UM 2006 LUMINOSO!!!
 
 
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11월 4일

Chá Chinês...

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A vida -------------
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----- vivida
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sem --
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-- chá
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e ----- amor
não --------- é
------- nada -------
 
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